A Quinta da Vinagreira abre as portas.
Vamos trazer à nossa cozinha o Workshop Pão com Carinho. Neste vou partilhar de uma forma rápida e simples como se confeciona pão por aqui, bem como um jantar vegetariano com as receitas da Quinta da Vinagreira.
O valor da troca são 20€, se as inscrições e pré-pagamento forem feitos até ao dia 19 de Maio. 25€ data posterior. Para os meus alunos de Yoga o valor até dia 19 de Maio é de 15€. As vagas são muito limitadas.
Contacte-me se tiver interessado: vinagreira@gmail.com
Espero pos vós :)
terça-feira, 6 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Aventura na Horta com Pooh e Fila Fali
O Fila Fali adorou, faz-lhe a vida negra. O Pooh, até pode ter mais uns bons centímetros, mas em regra, quem leva a melhor é o Fila Fali. Correm como loucos, esgadanham-se, sobem, descem, rebolam-se e depois, exaustos vem à procura do colinho.
Pooh, só estranhou os cães. Seres muito grandes que o queriam cheirar e lamber ... fez-lhes uns fsssssssssssss, e eriçou-se todo. Não tarda nada são grandes amigaços.
| Pooh a explorar a horta |
| Busa Fila Fali a ajudar-me no canteiro sobrelevado |
| Flor de mostarda |
| Busa Fila Fali a explorar a horta |
domingo, 27 de abril de 2014
Busa Fila Fali
Já tem nome, é oficial.
O docinho chama-se: Busa Fila Fali
Foi a irmã Ilda e o Cunhado Zé que deram as sugestões e nós compusemos o nome. Traduzindo, significa:
O docinho chama-se: Busa Fila Fali
Foi a irmã Ilda e o Cunhado Zé que deram as sugestões e nós compusemos o nome. Traduzindo, significa:
Gato que Regressa de Novo
Sim, estamos convencidos ... ele é a Meguinha, a nossa luz e regressou à Quinta da Vinagreira.
Hoje vamos em busca do Pooh, temos esperança que tenha o espírito do Brancolinho ou da Pilritinha. Talvez não tenha de nenhum e seja só ele mesmo. Qualquer das formas o Busa precisa de companhia. Darei novidades após a sua chegada.
sábado, 26 de abril de 2014
Biotrocas da Liberdade
Hoje não é dia da liberdade, ontem foi. Repensando, talvez hoje também seja, pois tendo havido um 25 de Abril na nossa história, todos os dias passaram a ser dias de liberdade.
As pessoas não se reconhecem nesse direito, supostamente adquirido. Não sabem que tem a liberdade de ser. Sim, podemos culpar o mau estado do país e o governo ditador que nos saiu na rifa, mas parece-me que o mal é mais fundo e já criou raízes firmes.
Aprendemos a dizer- sim senhor - a tudo que a vida nos impõe. E vai-se a ver, chegamos a um ponto, onde não resta nada do original, escondeu-se tudo por baixo de camadas sobrepostas de aprendizagem. Perdemos a noção do que somos e confundimo-nos com o que nos disseram que eramos...e neste estado haverá alguma liberdade possível? Hmmmmm
| Bouquet agriões da Biotrocas |
Após estas reflexões pseudo-políticas, pouco habituais no meu discurso, a minha história resume-se basicamente a isto: hoje foi efetivamente dia da liberdade na Gê-questa. Depois de uma longa hibernação, organizou-se o primeiro Bio-trocas de 2014.
Se há lugar para expressar a nossa liberdade, é ali. Não há dinheiro, troca-se tudo, e também não há valor. Basicamente toda gente quer dar o que tem: os plantios que semearam, os bolos que cozinharam, os frutos que colheram ... acreditem em mim, é absolutamente maravilhoso. Ninguém sai de lá a sentir que foi roubado, que fez má troca, que fez mau negócio ... o lucro é garantido, porque ali partilha-se e basta.
A Quinta da Vinagreira fez um montão de trocas e veio cheia de tesouros para casa: plantios alface, pepino, tomate, beringela, manjericão, agrião, calêndulas e cebolinho. Ainda carregamos um saco de limões da terra, enorme. Um saco cavalinha pronta para fazer chá em prol da salvação dos tomateiros e batatas do malvado míldeo. Duas anonas, uma já marchou, e por sinal Luís, apesar do receio de a trocares porque estava lascada, digo-te: era deliciosa.
Os Mufins da Graça sem ovos, marcharam logo lá, no o meu pequeno almoço, deliciosos.
Ah e os nabos mostarda do Victor...fiquei apaixonada. Mal chegamos a casa saltei-os à moda do Zé (é meu cunhado e salteia legumes à sua moda Timorense, que são um mimo) e ficaram deliciosos. Victor quero umas sementes destes nabos.
- Seitan
- 1 ceboula
- 4 batatas médias
- 1 talo aipo
- Salsa a gosto
- Tomatada
- Pimenta preta
- Massa de malagueta
- Louro
- Vinho
- Sal a gosto
Preparação
1. Refoga-se a cebola até ficar translucida, coloca-se a folha de louro
2. Adiciona-se o seitan aos bocadinhos e refoga mais um pouco
3. Junta-se as batatas cortadas às rodelas e refoga mais um pouco
4. Adiciona-se a tomatada, vinho, pimenta, massa de malagueta, o talo de aipo cortado, vinho e água. Deixa-se apurar até a batata cozer. Durante a cozedura vá retificando a água para ficar com molho.
5. No final, junte a salsa picada e retifique o sal e, Voilá....
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Dia de Primavera
Hoje é um belo dia de Primavera, no meu cantinho...na Quinta da Vinagreira
Quando acabava de almoçar umas maravilhosas favas à mãe Judite, confecionadas com favinhas acabadas de colher na nossa horta, pus-me a contemplar o dia maravilhoso que estava lá fora. Via a roupa no estendal a abanar ao vento, o sol a entrar pela porta da cozinha, o docinho enroscado na Truma e pensava:
- Não é realmente preciso muita coisa para se ser feliz, basta estar presente nas coisas mais simples da vida.
Isto é um mistério, mas é um mistério maravilhoso. :)
Quando acabava de almoçar umas maravilhosas favas à mãe Judite, confecionadas com favinhas acabadas de colher na nossa horta, pus-me a contemplar o dia maravilhoso que estava lá fora. Via a roupa no estendal a abanar ao vento, o sol a entrar pela porta da cozinha, o docinho enroscado na Truma e pensava:
- Não é realmente preciso muita coisa para se ser feliz, basta estar presente nas coisas mais simples da vida.
Isto é um mistério, mas é um mistério maravilhoso. :)
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