Preparam-se os frutos da estação da abundância para as conservas
do Inverno frio. Eu gosto deste ritual, tenho sempre a sensação que me liga a
algo muito antigo e de uma sabedoria profunda.
Foi assim este Domingo na quinta. Entre a recolha dos manjericões para o pesto, os tomates verdes para o chutney e as etiquetas para o doce de figo com uva, feito já há umas boas semanas, passei um bom par de horas de roda dos meus frascos. Não descorando das outras tantas que passei a pintar os frascos com a minha vinagreira.
Já agora aproveito a oportunidade para esclarecer que o nome vinagreira, da quinta e do blog, nada tem haver com vinagre. É o nome que se dá na minha terra a um passarinho, esse de peito cor de laranja que está empoleirado no topo da página e que tem tantos nomes como as terras que há em Portugal. Se quiserem saber mais sobre ele sigam por aqui.
Foi assim este Domingo na quinta. Entre a recolha dos manjericões para o pesto, os tomates verdes para o chutney e as etiquetas para o doce de figo com uva, feito já há umas boas semanas, passei um bom par de horas de roda dos meus frascos. Não descorando das outras tantas que passei a pintar os frascos com a minha vinagreira.
Já agora aproveito a oportunidade para esclarecer que o nome vinagreira, da quinta e do blog, nada tem haver com vinagre. É o nome que se dá na minha terra a um passarinho, esse de peito cor de laranja que está empoleirado no topo da página e que tem tantos nomes como as terras que há em Portugal. Se quiserem saber mais sobre ele sigam por aqui.





